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Seg, 30 de Maio de 2016 17:56    PDF Imprimir E-mail
Vai e Vem do Mercado (Moagem) - 30/05 a 06/05

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Estadão

* A editora-chefe Cida Damasco está de saída do Estadão, após quase 15 anos do que ela própria chama de sua “terceira encarnação pelas bandas do Limão”, em alusão ao bairro da capital paulista onde fica o jornal. Em comunicado à Redação, o diretor de Jornalismo João Caminoto informa que a vaga será extinta e que assumirá parte das funções, também redistribuídas pelos editores executivos que a ele se reportam. Além do aspecto econômico, que sempre pesa numa decisão dessas, o jornal, sob a direção de Caminoto, vai progressivamente alterando o perfil de seu estafe editorial. Semanas atrás saiu Roberto Gazzi, diretor adjunto que havia tido participação essencial nas transformações da plataforma em papel e digital do Estadão. Outra mudança importante foi a transferência de Fernando Paulino, que deixou de ser editor executivo para assumir Esportes.

* No bojo das atuais mudanças, outra levou Felipe Araújo a deixar a TV Estadão, cuja gestão passou para o editor executivo Luís Fernando Bovo, que já respondia pelas rádios Eldorado e Estadão e pelo portal. Não se deve esquecer, por fim, que agora em maio encerra-se a licença do ex-diretor de Redação Ricardo Gandour, que está passando uma temporada como pesquisador visitante na Universidade de Columbia, em Nova York, com previsão de retornar em junho, em novas e ampliadas funções, como assinalou a empresa em comunicado quando ele se afastou.

* Em post no facebook, na noite dessa terça-feira (24/5), Cida Damasco confirmou a saída lembrando que foram quase 15 anos no jornal, a maior parte na Economia e mais recentemente como editora-chefe das versões impressa e digital: “Foram quase 15 anos que valeram por pelo menos o dobro. Cheguei aqui pouco antes da derrubada das Torres Gêmeas e, de lá para cá, vi e vivi muito de tudo. Muitas transformações e muitas turbulências, principalmente na nossa profissão. Mas o essencial nesse tempo todo foi a convivência e o companheirismo da turma da redação, sempre empenhada em fazer o melhor produto possível. E como é difícil cumprir esse objetivo! Daqui a um mês, mais ou menos, devo estrear uma coluna e um blog de Economia no Estadão. Uma volta aos velhos tempos e uma entrada nos novos tempos. Lá vou eu”.

* Ainda por lá, na semana passada saiu Felipe Mortari, do Turismo, e Gilberto Amêndola, que estava em Política, cobre as férias de Vitor Hugo Brandalise no Aliás.

Nacionais

Prêmio Petrobras 

* Carlos Rollsing, do jornal Zero Hora, com o fotógrafo Mateus Bruxel, foram os vencedores do Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo, com a reportagem Inferno na Terra Prometida, sobre imigrantes no Brasil. A categoria especial, criada este ano, Transparência e Governança Corporativa coube a Luciana Del Claro e Marianna Aragão, da revista Capital Aberto, especializada no tema.

* Uma equipe da TV Globo venceu a categoria Esporte, em âmbito nacional, com reportagem sobre a ex-capitã da seleção brasileira de futebol feminino que hoje é motorista de ônibus. No agradecimento, dedicou o troféu a Pedro Ivo Salles, editor do Esporte do Jornal Nacional, que morreu na mesma tarde do prêmio (24/5), aos 33 anos, em acidente de moto no Rio. Sales passou por Bom Dia, Brasil e foi para o Jornal Nacional no começo deste ano. Seu último trabalho, ainda inédito, será exibido em uma série que vai ao ar em julho, durante os Jogos Olímpicos. Deixa a mulher Fernanda, no início da gravidez.

* O site Verminosos por Futebol, de Rafael Luis Azevedo, conquistou dois prêmios regionais. Ele considerou a premiação um incentivo ao empreendedorismo, que é o seu caso, e comentou a retração no mercado de trabalho formal para os jornalistas. Com o valor que vai receber, pretende recuperar o que gastou no conserto do carro, que usou para fazer uma das reportagens no interior.

* A terceira edição do Petrobras divulgou seus ganhadores em cerimônia na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, apresentada por Flávia Oliveira. Ao todo, foram distribuídos 34 prêmios: 17 da categoria Regional, 14 da Nacional, um da Internacional e um Especial, para Transparência e Governança Corporativa, além do Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo, para o melhor concorrente entre todas as categorias e veículos. Foram 1.255 trabalhos inscritos, de todas as regiões. O tema com mais inscrições foi Responsabilidade Socioambiental, com 433 reportagens. A categoria especial Transparência e Governança Corporativa teve 71 candidatos. O resultado final aparece, ainda nesta quarta-feira (25/5), no site Mais Premiados.

 

Crise na EBC

* O Diário Oficial da União publicou em 20/5 decreto do presidente interino Michel Temer nomeando Laerte Rimoli comopresidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Ele substitui Ricardo Melo, exonerado da função em 17/5, o que é vedado pelo parágrafo 2° do artigo 19 da Lei 11.652/2008, que criou a EBC.Ricardo impetrou mandado de segurança com pedido de liminar no STF a fim garantir o seu mandato e aguarda o pronunciamento da Justiça.Christiane Samarco é a nova diretora-geral da empresa.

* Temos aí um caso típico de enfrentamento político, com nó difícil de desatar e onde a razão talvez esteja do lado de fora. Praticamente às vésperas do julgamento do impeachment, a presidente Dilma Rousseff nomeou um profissional (independentemente de sua competência, que todos saber existir) para um mandato de quatro anos, ou seja, avançado pelo futuro governo provisório que era praticamente certo de acontecer. Este tomou posse e ignorando a nomeação e a lei o demite, colocando outro em seu lugar. E se um era politicamente alinhado com um lado o outro explicitamente é aliado do outro lado. O que todos querem é que o indicado seja alinhado com o jornalismo.O mercado agora aguarda o desfecho, que também depende do próprio andar do impeachment.

* Formado pela Universidade Federal de Goiás, Rimoli foi diretor regional da TV Globo no Rio de Janeiro e chefe da Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Esporte e do Turismo no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Também coordenou a comunicação da campanha de Aécio Neves à Presidência da República em 2014 e comandou a TV Câmara e a Assessoria de Comunicação da Presidência da Câmara dos Deputados na gestão de Eduardo Cunha. Ele assumiu dizendo que “nós vamos devolver esta empresa para a sociedade brasileira e vamos fazer o básico, que é jornalismo. Jornalismo como nós todos conhecemos, arroz com feijão. A empresa não pode servir a outros propósitos que não seja o propósito da informação”.

* Entretanto, uma das primeiras decisões da nova gestão pareceu contrariar essa diretriz: segundo o siteJornalistas Livres, no mesmo dia 20 a TV Brasil, que integra a EBC, canceloua transmissão ao vivo etoda a cobertura da Virada Cultural, realizada pela Prefeitura de São Paulo a partir daquele dia. Vale lembrar que a prefeitura paulistana é comandada pelo petista Fernando Haddad.

* Já o Brasil 247 informou que a senadora Vanessa Grazziotin (PC do B-AM) foi desconvidada pela TV Brasil para um programa de entrevistas que seria gravado nessa terça-feira (24/5). Ela participaria do programa Espaço Público, apresentado por Paulo Moreira Leite, cujo contrato foi suspenso da emissora.Segundo o portal, a empresa informou que "houve um redirecionamento decorrente das mudanças na direção da EBC e da necessidade de contingenciamento da gestão”.

* Nota de Lauro Jardim, em O Globo, comenta A TV Brasil do Temer: “Michel Temer vai transformar a TV Brasil em uma ‘televisão de utilidade pública’, para mostrar ações do governo e ajudar em campanhas de saúde e de mobilização da sociedade. Será abandonada a ideia de fazer uma televisão pública, nos moldes da BBC britânica, como ambicionado desde o governo Lula [...]”.

Nelson Breve –Ex-presidente da EBC, Nelson Breve postou no facebook o seguinte depoimento:

É uma pena que esse projeto seja desmanchado. Não importa se por incompreensão ou pela intolerância própria dos que não reconhecem o direito dos outros terem opiniões diferentes ou até totalmente opostas às suas. Não é assim que se promove o equilíbrio social. Não é assim que se constrói uma democracia sólida, justa e honrada. Meus sentimentos mais profundos de pesar e tristeza pela agonia desse projeto.

Sidney Rezende

* Menos de um mês após ser anunciada sua contratação, Sidney Rezende não é mais apresentador da Rádio Nacional. A última edição do programa Nacional Brasil foi ao ar em 20 de maio. E o apresentador soube do cancelamento pela repercussão da notícia de O Globo Online. O motivo seria uma orientação para a contenção de gastos. Ele procura esclarecer os fatos em artigo no site SRZD, incluindo as especulações sobre seu salário, que oscilavam entre R$ 507 mil e R$ 1 milhão, conforme o veículo que divulgava a notícia.

Manifesto –  Por causa da demissão de Ricardo Melo, movimentos sociais, intelectuais, artistas, jornalistas, professores universitários e pesquisadores patrocinam umabaixo-assinado na plataforma Change em defesa da EBC, repudiando a decisão do governo interino de destitui-lo na vigência de seu mandato e exigindo a revogação imediata da medida.O Conselho Curador e a Diretoria Executiva já se manifestaram por sua manutenção no cargo, conforme prevê a legislação.

Internacionais

Bolsa na Alemanha

* Jornalistas e blogueiros com pelo menos três anos de experiência podem inscrever-se até 31/7 para uma bolsa de participação na Conferência da FallingWalls Foundation – plataforma para líderes em ciência, administração, política, arte e sociedade –, nos dias 8 e 9/11, em Berlim.

* A bolsa cobrirá despesas de viagem, três noites de hospedagem, taxas da conferência e alimentação. Os selecionados também terão acesso às iniciativas FallingWallsLab e FallingWalls Venture.

* Em 2015, Carlos Henrique Fioravante, da revista Pesquisa, foi contemplado com a bolsa. A FallingWalls Foundation é patrocinada pelo Ministério da Educação e Pesquisa alemão, com o apoio de outras entidades.

Bolsa para mulheres

* A InternationalWomen´s Media Foundation (IWMF), com apoio da organização sem fins lucrativos The Secular Society, abriu uma bolsa de reportagem para financiar histórias sobre mulheres, produzidas por mulheres. A inciativa tem por objetivo promover reportagens inéditas sobre assuntos que afetam as vidas de mulheres e garotas de todo o mundo.

* O valor médio das bolsas é de US$ 5 mil, que podem ser usados para cobrir gastos com viagem, logística, vistos e pagamento de tradutores. Os financiamentos serão entregues nos meses de agosto, dezembro e abril. Um comitê de avaliação se reunirá nesses três períodos para decidir quem vai conseguir o financiamento, por isso, propostas de pauta que dependam de um determinado tempo devem ser feitas com cautela. A IWMF busca jornalistas que tenham três ou mais anos de experiência profissional.

* As inscrições ficam abertas durante todo o ano e devem ser feitas através de um formulário online.

Earth Journalism Network

* Aos interessados em produzir reportagens sobre mudanças climáticas nas Ilhas do Pacífico, a Earth Journalism Network está oferecendo bolsa. O valor pode chegar a US$ 1 mil, dependendo da proposta e do método de cobertura. Um orçamento deverá ser enviado junto com a pauta. Veja mais.

Cuba

* O Instituto de Jornalismo Internacional José Marti, que pertence à União de Jornalistas Cubanos, abriu convocatória para seu XI Seminário Internacional de Jornalismo e Turismo, em Havana, de 20 a 24 de junho. Os enfoques serão nos temas atuais do turismo vinculado a esferas como economia, cultura, meio ambiente, novas tecnologias, gastronomia, patrimônio tangível e intangível e outros.

* O seminário tem como público-alvo profissionais da imprensa que se especializaram ou que realizam a cobertura de turismo. Nos dias 20, 21 e 22, acontecerão visitas e palestras com profissionais do Ministério do Turismo Cubano.

> O custo é de 295.00 CUC (pouco mais de mil reais), que cobre a taxa de inscrição e hospedagem por sete noites, com refeições inclusas, na residência El Costillar de Rocinante, que pertence ao Instituto José Marti. Para fazer a inscrição, os interessados devem enviar um e-mail para Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

CPJ

* Com a ajuda do sistema SecureDrop, o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) lançou uma plataforma digital pela qual é possível proteger jornalistas de violações à liberdade de imprensa. SecureDrop é um sistema de código aberto para o envio de informações criptografadas que "permite vazamentos seguros e anônimos" para jornais ou outras organizações, explicou o CPJ em um comunicado. O financiamento para a plataforma é da Fundação para a Liberdade de Imprensa (FPF, na sigla em inglês).

* "Em uma época de ameaças sem precedentes ao jornalismo on e off-line, mediadas tecnologicamente, a adoção desse sistema avançado pelo CPJ nos ajudará a proteger os jornalistas que precisam de mais ajuda", diz o comunicado. "Nunca houve maneira mais segura de dizer ao CPJ sobre as violações da liberdade de imprensa em todo o mundo – ou solicitar apoio direto quando ocorrem ameaças por reportagens".

* Mesmo que o CPJ não tenha sido informado de represálias contra jornalistas, seus representantes consideram que segurança eletrônica é um tema a ser adotado pelos jornalistas. Nesse sentido, estudo recente observou que os profissionais na América Latina não têm conhecimento de segurança eletrônica suficiente e por isso não tomam medidas de proteção.

* Para o lançamento da plataforma SecureDrop do CPJ, membros do programa de tecnologia CPJ baseados em San Francisco (EUA) trabalharam durante meses com a FPF. Depois de testado, o sistema foi movido fisicamente para a sede do CPJ em Nova York. Veja instruçõespara uso da plataforma.

 

Livros

* Carlos Marchi está em fase de pesquisa para a produção de seu novo livro – uma biografia de Teotônio Villela. Empresário e político brasilero, Teotônio nasceu em 1917 e morreu em 1983, vítima de câncer. Participou ativamente do processo de redemocratização do País.

* Marchi viajou esta semana para Maceió, onde entrevista filhos e amigos, além de pesquisar documentos e iconografia nos arquivos familiares e no acervo da Fundação Teotônio Villela.

* “O livro será lançado em maio de 2017, quando se completará o centenário de nascimento de Teotônio. Sairá pela Editora Record, a mesma pela qual lancei meus livros anteriores, Fera de Macabu (1998) e Todo aquele imenso mar de liberdade (2015), sobre o colunista de política Carlos Castello Branco, o Castelinho. Por enquanto, o livro tem o título provisório de Menestrel”, disse Marchi ao Portal dos Jornalistas. Ele foi amigo pessoal de seu personagem.

* “Desde já gostaria de fazer um apelo a todas as pessoas que foram próximas a ele e se lembram de boas histórias envolvendo o Menestrel”, pede o autor. O contato dele é Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

E mais...

* Wilson Figueiredo lança De Lula a Lula: a arte de montar governos com palavras cruzadas. A seleção de artigos escritos durante os dois mandatos do presidente Lula mostra que o autor já percebia a instabilidade e as incertezas que hoje assistimos. A obra analisa a estreia da esquerda brasileira no poder e busca reativar o debate sobre os traços permanentes da tradição política brasileira e republicana, reconhecendo a importância da ascensão de Lula em 2003. Temas ligados a sua biografia remetem à identidade do Brasil e dos brasileiros: pobreza, migração, mobilidade social, potencial de invenção pela narrativa, e a força do patrimonialismo. Ao final da obra, Figueiredo faz uma análise sobre o protagonismo de Lula na condução das eleições presidenciais de 2010, até o momento em que Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil do então governo, torna-se a primeira mulher presidente do Brasil. Editado pela Gryphus, tem no prefácio as palavras de Luiz Werneck Vianna: “O ensaio fala de coisas já sabidas, mas tomam de assalto a consciência quando arrumadas de um jeito novo”.

 

Com informações do Jornalistas&Cia

 

Expediente

Portal Oficial do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo

 

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